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terça-feira, 24 de maio de 2022

Golgona Anghel - Como uma flor de plástico na montra de um talho




Golgona Anghel - Como uma flor de plástico na montra de um talho
1.ª ed., Assírio & Alvim, 2013. 71 pp.

[excelente estado]

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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Central de Poesia - Fernando Pessoa e o Romantismo




Central de Poesia - Fernando Pessoa e o Romantismo
Organizado por Patrícia Soares Martins, Golgona Anghel e Fernando Guerreiro.
1.ª ed., Âncora, 2018. 145pp.

Textos de Patrícia Soares Martins, Golgona Anghel, Fernando J. B. Martinho, Fernando Cabral Martins, Silvina Rodrigues Lopes, entre outros.

[novo]

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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

domingo, 9 de dezembro de 2018

Eis-me acordado muito tempo depois de mim - Biografia de Al Berto



Eis-me acordado muito tempo depois de mim - Biografia de Al Berto
1.ª ed., Quasi, 2006. 167 pp.

De Golgona Anghel. Prefácio de Agustina Bessa-Luís.

Como novo.

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segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Eis-me acordado muito tempo depois de mim - Biografia de Al Berto



Eis-me acordado muito tempo depois de mim - Biografia de Al Berto
1.ª ed., Quasi, 2006. 167 pp.

De Golgona Anghel. Prefácio de Agustina Bessa-Luís.

Como novo.

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terça-feira, 29 de março de 2016

Central de Poesia - O livro do desassossego


1.ª ed., Esfera do Caos, 2014. Inclui textos de Jerónimo Pizarro, Golgona Anghel, Fernando Guerreiro, entre outros.

Da contracapa: "Os ensaios reunidos neste volume interpelam o conjunto de fragmentos escritos por Fernando Pessoa e atribuídos a Bernardo Soares a que damos o nome de Livro do Desassossego.

Os ensaios insidem quer sobre textos do Livro do Desassossego, quer sobre autores que é possível colocar em diálogo com ele, dando conto, por exemplo, dos livros no "livro" (de Vieira, Antero, Cesário, Rousseau, Carlyle, Melville ou Amiel) ou aproximando-os entre si por um ar de família (Maria Gabriela Llansol) ou por outro tipo de afinidades, de ordem científica (...) ou filosófica e crítica (...)."

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Central de Poesia - A recepção de Fernando Pessoa nos anos '40


Organização: Patrícia Martins, Golgona Anghel, Fernando Guerreiro
1.ª ed., CLEPUL, Lisboa, 2011. Como novo.

Os anos 40 do século XX, no que à poesia portuguesa diz respeito, foram com frequência descritos pela crítica como anos de recuo relativamente às propostas vanguardistas do primeiro modernismo e à obra de Fernando Pessoa em particular. A recusa do anti-aristotelismo pessoano por parte dos que vieram imediatamente depois teria contribuído para restaurar o lugar mítico do sujeito empírico colocado no centro da criação poética; a preferência por um realismo imitativo e consequente indisponibilidade para efectuar a travessia e a crítica da mimese iriam no mesmo sentido.

Mas será mesmo assim? O que fazem realmente os escritores dos anos 40, de que maneira constroem a sua voz? Demarcando-se de Pessoa? Escrevendo contra ele? Será possível, ou útil, referir os modos de marcação de uma diferença pelos “poetas fortes” desses anos? Terão eles “escolhido” outros precursores e reatado diálogos com a poesia antes de Pessoa? Como se o primeiro modernismo não tivesse existido? Não é possível rasurar Pessoa, como não é possível ignorar que Picasso existiu, ou Duchamp. Supomos então que, mesmo nos casos do mais espesso silêncio sobre o modo como o encontro com Pessoa se deu, em cada obra poética importante iniciada nessa década se podem encontrar os traços desse diálogo.

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quarta-feira, 2 de março de 2016

Eis-me acordado muito tempo depois de mim [biografia de Al Berto]



Eis-me acordado muito tempo depois de mim
De Golgona Anghel. 1.ª ed., Quasi, 2006. 167 pp. Prefácio de Agustina Bessa-Luís.

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