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domingo, 26 de janeiro de 2020

Aldous Huxley - Contraponto



Aldous Huxley - Contraponto
Colecção Dois Mundos N.º 19, Livros do Brasil, s.d. 466 pp.

Tradução de Erico Veríssimo.
Capa de Bernardo Marques.

[excelente estado, assinatura de posse]

Indisponível

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Erico Veríssimo - O Arquipélago (2 vols.)




Erico Veríssimo - O Arquipélago (2 vols.)
Terceira e última parte da trilogia "O tempo e o vento".
Colecção Livros do Brasil N.º 52, Livros do Brasil, s.d. 460+621pp.

Capas de Infante do Carmo.

[exemplares em excelente estado embora com as lombadas um pouco amarelecidas]

Indisponível

quinta-feira, 13 de junho de 2013

sábado, 18 de maio de 2013

Olhai os lírios dos campos, Érico Veríssimo



Érico Veríssimo, Olhai os lírios dos campos, Lisboa, Livros do Brasil.

Sinopse: Para retratar essa relação problemática do homem com a sociedade, Érico Veríssimo construiu o romance Olhai os lírios do campo de maneira que o personagem principal fosse mostrado em dois momentos. No primeiro momento, ele é conduzido, em seus comportamentos, pelas expectativas sociais; obedece aos valores de sua classe, é incapaz de perceber-se enquanto ser. Ele faz de tudo para ter sucesso e ser aceito: trabalha em função de uma máscara e não do próprio rosto. No segundo momento, o romancista mostra os processos de transformação de Eugênio: da condição de indivíduo coisificado, guiado mais pela expectativa dos outros do que por si mesmo, para a condição de indivíduo autônomo e consciente de si, sujeito de suas próprias decisões. [Fonte]

Preço: **Artigo Indisponível**

domingo, 18 de novembro de 2012

Caminhos Cruzados, Erico Veríssimo


Erico Veríssimo, Caminhos Cruzados, Lisboa, Livros do Brasil, 3.ª edição, s.d.

Sinopse: Influenciado pela técnica de intrigas entrelaçadas e pela ausência de personagem principal da ficção de Aldous Huxley, Erico Verissimo escreveu Caminhos cruzados, tendo como cenário uma Porto Alegre onde já se confrontavam modernização e miséria, luxo e desencanto.
Sem narrar acontecimentos de vulto, o autor expõe o nervo da fragilidade humana. Sua capacidade de fabulação ainda hoje provoca impacto e lança um apelo à sensibilidade. [Fonte]

Indisponível

A volta do Gato Preto, Erico Veríssimo


Erico Veríssimo, A volta do Gato Preto, Lisboa, Livros do Brasil, 1.ª edição, 1948.

Sinopse: Em 1943, desgostoso com a ditadura Vargas, Erico Veríssimo decidiu aceitar o convite do Departamento de Estado dos Estados Unidos para dar um curso de literatura brasileira no país. A volta do gato preto é o relato dos dois anos em que Erico morou entre San Francisco e Los Angeles, dando aulas e conferências em Berkeley e em outras universidades.
Na primeira visita aos Estados Unidos, em 1941, Erico cruzara o território de ponta a ponta em três meses e conhecera escritores e artistas como Alfred Hitchcock e Thomas Mann. As impressões dessa viagem estão em Gato preto em campo de neve. Nesta segunda ida ao país, o escritor tem um contato mais íntimo com o cotidiano dos americanos, que estavam em plena Guerra Mundial.
Erico pinta para os brasileiros sua impressão dos Estados Unidos assim como pintou o Brasil para os americanos em suas aulas e conferências. E inclui em seu relato também trivialidades familiares: as pequenas descobertas dos filhos no país; a decepção inicial da mulher, Mafalda, com um país que não correspondia ao dos filmes de Hollywood; a adaptação de todos à cultura norte-americana. Enquanto soldados lutavam nas frentes de batalha e aviões patrulhavam a costa do Pacífico, Erico falava em literatura, tentando explicar o Brasil e os brasileiros a jovens estudantes e a si mesmo. [Fonte]

Preço: *Artigo Indisponível*

Noite, Érico Veríssimo


Érico Veríssimo, Noite (Novelas), Lisboa, Livros do Brasil, 1.ª edição, s.d.

Sinopse: Esta edição é composta por uma longa novela (210pp) que dá o título ao livro e uma outra bastante mais curta intitulada "Sonata". Deixamos aqui um resumo da novela "Noite".
A novela "Noite" é única na obra de Erico Verissimo. Isenta do caráter épico de O tempo e o vento, não pratica a crônica de costumes dos romances do "ciclo de Porto Alegre", não busca o realismo e não tem o tom de crítica e sátira política de O senhor embaixador e Incidente em Antares.
Noite é uma viagem ao interior da culpa. O personagem central, o "Desconhecido", ou "Homem de gris", perambula pelas ruas de uma cidade submersa no anonimato sem reconhecê-las. Não sabe quem é, nem de onde veio, nem aonde dirigir seus passos. Atormenta-o uma culpa inenarrável. Sabe que cometeu um crime, mas não sabe como fazer para descobrir qual foi esse crime - e qual é sua identidade.
Usando os cenários conhecidos, Erico compôs o painel social de uma sociedade que se perdeu em seus labirintos, tomada pelo anseio de modernidade, e ao mesmo tempo presa a suas raízes do passado. A novela fala de seres neutralizados pelo anonimato que caracteriza a modernidade: por isso todos os personagens flutuam no espaço intermediário das almas condenadas ao eterno purgatório. [Fonte]

Preço: *Artigo Indisponível*