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segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Feira Anarquista do Livro 2018


"Este ano a Feira Anarquista do Livro volta a Lisboa nos dias 26, 27 e 28 de Outubro, novamente no cume fresco da Penha de França. Além dos vários achados que poderás encontrar nas bancas de livros de pequenas editoras e distribuidoras, também vais poder desfrutar de concertos, do indispensável convívio, de uma oficina de encadernação, e das conversas programadas sobre gentrificação e cultura libertária em Cacilhas, vacinação numa perspectiva antiautoritária, antipsiquiatria, histórias subversivas de algumas mulheres, “os mauzões e mauzonas” do maio de 1968, a atual brutal repressão na Turquia, e os diálogos entre o pensamento anarquista e o anticolonial."

Toda a informação em: https://feiraanarquistadolivro.net/

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

Uzodinma Iweala - Bestas de lugar nenhum





Uzodinma Iweala - Bestas de lugar nenhum
1.ª ed., Antígona, 2008. 162pp.

[miolo como novo, brochura com alguns sinais de uso]

5€

sábado, 22 de setembro de 2018

Carlo Coccioli - Fabrizio Lupo




Carlo Coccioli - Fabrizio Lupo
1.ª ed., Cotovia, 1991. 410pp.

[exemplar em excelente estado, apenas a sobrecapa mostra sinais de uso]

6€

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

Robert Duncan - Versões




Robert Duncan - Versões
Plaquette, Colecção Dark Poetry N.º1, 1.ª ed., Rochedo Edições, 2018.  14pp.

Selecção e tradução (livre) por Ana Salomé.

Exemplares assinados em exclusivo pela editora e tradutora para a Livraria da Lapa.

[novo]

3€



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Silvina Rodrigues Lopes - Literatura, defesa do atrito


Silvina Rodrigues Lopes - Literatura, defesa do atrito
Língua Morta, 2018. 164pp.

[novo]

11€

Ivone Mendes da Silva - Dano e Virtude



Ivone Mendes da Silva - Dano e Virtude
1.ª ed., Língua Morta, 2017. 153pp.

[novo]

11€

Hidra



Hidra
1.ª ed., Língua Morta, 2015. 238pp.

Inclui poemas de Daniel Jonas, Miguel-Manso, Miguel Cardoso, Luís Pedroso, António Gregório, Frederico Pedreira, David Teles Pereira, Rui Lage, Diogo Vaz Pinto, Luís Filipe Parrado, Vasco Gato, António Guerreiro.

Capa de Ricardo Castro.

[novo]

13€

Daniel Jonas - Canícula


Daniel Jonas - Canícula
Língua Morta, 2017. 92pp.

[novo]

10€

Zetho Cunha Gonçalves - Noite Vertical


Zetho Cunha Gonçalves - Noite Vertical
1.ª ed., Língua Morta, 2017. 106pp.

[novo]

10€

Stig Dagerman - A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer



Stig Dagerman - A nossa necessidade de consolo é impossível de satisfazer
1.ª ed., VS., 2018. 47pp.

Versão de Paula Castro e José Daniel Ribeiro.
Design por João Bicker.

[novo]

10€

João César Monteiro - Obra escrita 3





João César Monteiro - Obra escrita 3
1.ª ed., Letra Livre, 2017. 206pp.

Coordenação: Vitor Silva Tavares
Revisão: Andreia Baleiras
Concepção gráfica: Luís Henriques

[novo]

20€

João César Monteiro - Obra escrita 2




João César Monteiro - Obra escrita 2
1.ª ed., Letra Livre, 2015. 284pp.

Coordenação: Vitor Silva Tavares
Revisão: Andreia Baleiras
Concepção gráfica: Luís Henriques

Guiões e sinopses dos filmes «À Flor do Mar» e «Recordações da Casa Amarela».
Capa com impressão manual na oficina do Homem do Saco.

[novo]

26€

Alface - Cuidado com os rapazes e outras histórias



Alface - Cuidado com os rapazes
Maldoror, 2017. 153pp.

Prefácio de Teresa Carvalho. Capa e grafismo de Luís Henriques.
Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

«Tão-pouco se aconselha Cuidado com os Rapazes a espíritos cândidos e a almas sensíveis, de lágrima solta. Bastará ler, por exemplo, o conto «Pombinhos» para percebermos que Alface não pretende fazer literatura com «bons sentimentos». De bons sentimentos e acções pias está o mundo literário cheio. A literatura, para Alface, era golpe de audácia, sopro de radical liberdade, não um concurso de beleza moral. Com este livro, espécie de rosário de crueldades sorridentemente desfiadas, morada ampla do pecado, não pretendeu tornar o mundo um lugar melhor nem mais habitável. Longe disso. Alface cria, ele próprio, um mundo para onde convergem a crueza das representações naturalistas, a exploração da fealdade da vida, o cinismo do humor negro surrealista, o sarcasmo cruel de algum Boris Vian, elos de uma cadeia estética de largas tradições culturais e literárias.»

Teresa Carvalho, Prefácio

12€

Erik Satie - Escritos em forma de grafonola



Erik Satie - Escritos em forma de grafonola
1.ª ed., Maldoror, 2018. 137pp.

Tradução, organização e notas por Célia Henriques e Vitor Silva Tavares. 
Capa e grafismo de Luís Henriques.
Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

«Acto de admiração e regozijo, tão-só e unicamente, este de propor, embora em volume parco, um conhecimento porventura mais autorizado, não da obra musical, que por aí se vai elitistamente divulgando, sim do criador dela — aqui através de alguns escritos que Satie semeou por folhetos e magazines de circulação restrita e utilidade doméstica.» Vitor Silva Tavares, Nota introdutória.

12€

Dick Hebdige - Subcultura, o significado do estilo





Dick Hebdige - Subcultura, o significado do estilo
1.ª ed., Maldoror, 2018. 320pp.

Tradução, introdução e notas de Paula Guerra e Pedro Quintela. 
Desenho da capa (a partir de uma imagem de Poly Styrene) e grafismo de Luís Henriques.
Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

«Nenhuma subcultura tem procurado com mais determinação separar-se do panorama das chamadas formas normalizadas, nem atrair para si tamanha desaprovação, como os punks. Por esta razão começaremos com o movimento punk e a ele regressaremos ao longo deste livro. É talvez apropriado que os punks, que tanto reivindicaram a iliteracia, que levaram a irreverência a extremos chocantes, nos sirvam agora de teste para colocar alguns dos métodos de "leitura" de sinais desenvolvidos no secular debate sobre a pureza da cultura.»

15€

António Cândido Franco - Luiz Pacheco Essencial


António Cândido Franco - Luiz Pacheco Essencial
1.ª ed., Maldoror, 2017. 200pp.

Capa e grafismo de Luís Henriques.
Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

Síntese biográfica do polémico escritor, em que os atropelos da vida acompanham a singularidade da obra, vincadas ambas pelo carácter excepcional do «escritor maldito».

«O passeio que proponho ao leitor será pois também uma travessia dos acidentes alucinantes da sua vida. Este homem foi ao inferno e por lá viveu temporadas largas; foram elas que lhe puseram a tinta no bico da caneta ou na fita da máquina. Sem a tragédia da vida, a literatura não passava para ele dum exercício escolar sem interesse. Morreu várias vezes em vida, a chorar e a rir, que não há menos riso do que tragédia no seu percurso vivido e escrito.»

13€

Mário de Andrade - Amar, verbo intransitivo, idílio



Mário de Andrade - Amar, verbo intransitivo
1.ª ed., Maldoror, 2017. 164pp.

Capa e grafismo de Luís Henriques.
Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

«Amar, Verbo Intransitivo», de 1927, marca a estreia de Mário de Andrade como romancista. A originalidade da linguagem, a proximidade da palavra escrita à língua falada e o alheamento das regras gramaticais assinalam o modernismo da obra. A história de Carlos, adolescente numa família burguesa tradicional, e da sua iniciação sexual por Fraülein Elza, contratada para o efeito, chocou a burguesia paulistana da época.

12€

Teresa Carvalho - Alface. Levantar as saias ao diabo



Teresa Carvalho - Alface. Levantar as saias ao diabo
1.ª ed., Maldoror, 2017. 144pp.

Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

No quarto livro da Maldoror, Teresa Carvalho, investigadora na Universidade de Coimbra e crítica literária no Jornal i, «reúne um conjunto electivo e sagaz de ensaios em volta da obra de Alface. É um contributo intenso contra a mesmidade e a anomia da crítica que exterminam o irrealizável, o impossível, o inconcebível.» [Vasco Santos, Prefácio]

«Dir-se-ia que o que se seguiu tem a mão maligna do diabo, por detrás de toda a desgraça que este mundo experimenta. Alface gostava de lhe levantar as saias. Não para o desfeitear ou descompor, como um parvo vicentino. Debaixo das saias do Maligno encontrava ele a matéria-prima da sua escrita impiedosa, cruel. Nos seus livros — breve sumário da história dos homens com o diabo no meio — ganha o mal, como sempre, mas triunfa a literatura, como raramente.»

12€

Diogo Vaz Pinto - Ultimato


Diogo Vaz Pinto - Ultimato
1.ª ed., Maldoror, 2018. 210pp.

Revisão de Andreia Baleiras.

[novo]

«Andamos a juntar para um inimigo que se veja, fazer um antagonista a sério de uns restos de gente, pontas, piriscas e cantinhos, do rebotalho que para aí vai nas letras, de umas fonsecas e uns amarais, da grã-finesse às faxineiras repimpadas com os doutoramentos magna cum laudas. Reunir isso tudo, reciclar em frankenstein, num processo paciente de colagem. Uni-los num monte — já não digo um que se veja do espaço, tanto não é preciso. Não queremos godzillas, mas a gente já se contentava se o visse a uns passos de distância — o que desse para um duelo daqueles à antiga.»

13€

André Breton - Manifestos do Surrealismo





André Breton - Manifestos do Surrealismo
Letra Livre, 2016. 358pp.

Tradução de Pedro Tamen;
Capa de Luís Henriques;
Concepção gráfica de Pedro Mota.
Revisão de Andreia Baleiras.


[novo]

Neste livro, Breton reúne um conjunto de textos; desde o Primeiro Manifesto, publicado originalmente em 1924, até aos textos sobre a posição política do surrealismo, passando pelo incrível «Peixe Solúvel», uma compilação de textos automáticos.

«O homem põe e dispõe. Só a ele cabe pertencer-se todo inteiro, isto é, manter em estado anárquico a faixa cada vez mais temível dos seus desejos. A poesia ensina-lho. Ela traz consigo a compensação perfeita das misérias que suportamos. Ela pode ser uma ordenadora, também, se sob o efeito de uma decepção menos íntima nos lembrarmos de a tomar ao trágico. Venha o tempo em que ela decrete o fim do dinheiro e só ela parta o pão do céu para a terra! Haverá ainda assembleias nas praças públicas, e movimentos em que não esperastes tomar parte. Adeus, selecções absurdas, sonhos de abismos, rivalidades, longas paciências, fuga das estações, ordem artificial das ideias, rampa do perigo, tempo para tudo! Dêmo­-nos apenas ao trabalho de praticar a poesia. Não nos caberá a nós, que já vivemos dela, procurarmos fazer prevalecer o que temos para nossa mais ampla informação?»

16€