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domingo, 20 de maio de 2018

David Mourão-Ferreira - Vinte poetas contemporâneos





David Mourão-Ferreira - Vinte poetas contemporâneos
2.ª ed. revista e ampliada, Ática, 1980. 282pp.

Poetas incluídos: Cesariny, José Gomes Ferreira, José Régio, António Gedeão, Jorge de Sena, Sophia de Mello Breyner, Fernanda Botelho, Pedro Homem de Mello, Adolfo Casais Monteiro, Eugénio de Andrade, Sebastião da Gama, entre outros.

[bom estado]

12€

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

Perfecto E. Cuadrado - A única real tradição viva





Perfecto E. Cuadrado - A única real tradição viva
Antologia da poesia surrealista portuguesa

1.ª ed., Assírio & Alvim, 1998. 396pp.

[bom estado, etiqueta de catalogação da lombada, carimbo de posse]

Indisponível

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Mário Cesariny - Pena Capital



Mário Cesariny - Pena Capital
2.ª ed., Assírio & Alvim, 1982. 239pp.

[miolo como novo, capa com ligeiras marcas de uso]

17€

quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Revista Todo o mundo entre ninguém N.º5




Revista Todo o mundo entre ninguém N.º5
Inclui textos de António Cândido Franco, António Maria Lisboa, Herberto Helder, Paulo Borges, Maria João Cantinho, Cesariny, entre outros.

Entrevista a Cruzeiro Seixas.

[Como novo.]

Indisponível

terça-feira, 29 de março de 2016

Central de Poesia - A recepção de Fernando Pessoa nos anos '40


Organização: Patrícia Martins, Golgona Anghel, Fernando Guerreiro
1.ª ed., CLEPUL, Lisboa, 2011. Como novo.

Os anos 40 do século XX, no que à poesia portuguesa diz respeito, foram com frequência descritos pela crítica como anos de recuo relativamente às propostas vanguardistas do primeiro modernismo e à obra de Fernando Pessoa em particular. A recusa do anti-aristotelismo pessoano por parte dos que vieram imediatamente depois teria contribuído para restaurar o lugar mítico do sujeito empírico colocado no centro da criação poética; a preferência por um realismo imitativo e consequente indisponibilidade para efectuar a travessia e a crítica da mimese iriam no mesmo sentido.

Mas será mesmo assim? O que fazem realmente os escritores dos anos 40, de que maneira constroem a sua voz? Demarcando-se de Pessoa? Escrevendo contra ele? Será possível, ou útil, referir os modos de marcação de uma diferença pelos “poetas fortes” desses anos? Terão eles “escolhido” outros precursores e reatado diálogos com a poesia antes de Pessoa? Como se o primeiro modernismo não tivesse existido? Não é possível rasurar Pessoa, como não é possível ignorar que Picasso existiu, ou Duchamp. Supomos então que, mesmo nos casos do mais espesso silêncio sobre o modo como o encontro com Pessoa se deu, em cada obra poética importante iniciada nessa década se podem encontrar os traços desse diálogo.

Indisponível